Revisão MONSTRO — ENEM em 77 Dias — Dia 5
27 de agosto de 2026 — Quinta-feira — Temas de Redação
Simulado de Redação no estilo ENEM
Olá amigos e alunos do blog A Escola Literária! Chegamos ao Dia 5 da nossa Revisão ENEM em 77 Dias e, depois de conhecermos ontem a estrutura da Redação do ENEM e as cinco competências avaliadas, chegou a hora de transformar teoria em prática. A partir de agora, todas as quintas-feiras terão uma função muito especial em nossa preparação: colocar você diante de uma proposta completa de redação, semelhante à situação que encontrará no exame.
O objetivo desses simulados não é simplesmente apresentar possíveis temas. Quero que você aprenda a ler uma coletânea, identificar o problema central, delimitar o recorte temático, formular uma tese, selecionar argumentos, mobilizar repertório sociocultural e construir uma proposta de intervenção. Quanto mais vezes você repetir esse processo antes da prova, menos assustadora será a folha de redação no dia do ENEM.
⏳ Faltam 73 dias para o ENEM!
Hoje, 27 de agosto de 2026, faltam 73 dias para o primeiro dia do ENEM, marcado para 8 de novembro. A segunda aplicação ocorrerá em 15 de novembro.
Setenta e três dias representam tempo suficiente para realizar muitos treinamentos de redação. Você não precisa escrever um texto perfeito hoje. Precisa escrever um texto que permita perceber o que já consegue fazer e aquilo que ainda precisa melhorar. Uma redação produzida, corrigida e analisada ensina muito mais do que uma redação perfeita que permanece apenas na sua imaginação.
Hoje, portanto, quero convidá-lo a encarar esta proposta como se estivesse diante da prova. Separe seu caderno, organize seu tempo, leia os textos motivadores com atenção e, principalmente, não fuja do exercício porque acredita que ainda não está preparado. Você está se preparando justamente porque ainda não domina tudo.
Simulado de Redação ENEM
Tema: Desafios para combater a desinformação na sociedade brasileira
Antes de começar, lembre-se de uma regra fundamental: os textos motivadores servem para apresentar perspectivas, dados e informações capazes de ajudá-lo a compreender o problema. Eles não devem ser simplesmente copiados nem transformados no conteúdo inteiro da sua redação. Sua tarefa será partir dessas informações e acrescentar conhecimentos próprios para construir uma argumentação autoral.
Leia os quatro textos a seguir com atenção.
TEXTO I — Onde os brasileiros procuram informação?
Uma pesquisa do Cetic.br, divulgada em abril de 2026 e realizada com 5.250 usuários de Internet com 16 anos ou mais, mostrou o enorme peso das plataformas digitais na circulação de informações no Brasil. Segundo o levantamento, 72% dos participantes afirmaram acessar diariamente informações por redes sociais, enquanto 60% utilizavam aplicativos de mensagens com essa frequência. Rádio e televisão apareciam com 58%, e jornais e revistas, impressos ou digitais, com 34%.
A pesquisa também identificou diferenças geracionais: enquanto 65% dos usuários disseram consumir diariamente notícias produzidas por veículos jornalísticos, entre jovens de 16 a 24 anos essa proporção era de 46%. Esses dados revelam que redes sociais, vídeos e aplicativos de mensagens ocupam uma posição central no ambiente informacional contemporâneo, aumentando tanto as possibilidades de acesso quanto a necessidade de avaliar cuidadosamente a origem e a confiabilidade do conteúdo recebido.
Fonte: Cetic.br/NIC.br — Painel TIC sobre Integridade da Informação, divulgação de 2026. Adaptado.
TEXTO II — Verificar ou simplesmente compartilhar?
O Painel TIC 2025 — Integridade da Informação, publicado pelo Cetic.br/NIC.br em 2026, investigou hábitos e percepções de usuários brasileiros diante das informações encontradas na Internet. Entre os resultados apresentados, 34% dos usuários disseram concordar, total ou parcialmente, com a ideia de que não valeria a pena pesquisar se as informações recebidas são verdadeiras ou falsas.
O estudo também apontou que 47% afirmaram verificar sempre ou na maioria das vezes informações provenientes de jornais, sites, páginas ou perfis da mídia tradicional. Outro dado chama atenção para um desafio recente: 41% dos usuários de Internet pesquisados relataram contato diário com deepfakes, conteúdos sintéticos capazes de reproduzir ou manipular imagens, vozes e vídeos.
Em um ambiente no qual conteúdos circulam em grande velocidade, a decisão individual de verificar ou não uma informação pode ter consequências que ultrapassam o usuário que recebeu aquela mensagem. Um compartilhamento aparentemente simples pode ampliar o alcance de conteúdos falsos ou manipulados.
Fonte: Cetic.br/NIC.br — Painel TIC 2025: Integridade da Informação. Adaptado.
TEXTO III — Educação midiática e cidadania
Para a UNESCO, a alfabetização midiática e informacional tornou-se uma dimensão importante da cidadania contemporânea. Ela envolve desenvolver capacidades para acessar, avaliar, compreender, produzir e compartilhar informações de maneira crítica, ética e responsável.
Nesse sentido, combater a desinformação não depende apenas da retirada de conteúdos falsos depois que eles já circularam. Também é necessário formar cidadãos capazes de questionar fontes, reconhecer estratégias de manipulação, comparar informações e compreender o funcionamento dos ambientes digitais. A educação midiática, portanto, pode ajudar pessoas de diferentes idades a tomar decisões mais conscientes diante do enorme volume de informações recebido diariamente.
Fonte: UNESCO — 4º Encontro Internacional de Educação Midiática. Adaptado.
TEXTO IV — Quando a desinformação ultrapassa a tela
A desinformação não produz consequências apenas no ambiente virtual. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta que notícias falsas podem contribuir para a propagação de discursos de ódio e para a disseminação de pânico, além de oferecer riscos ao debate democrático. Entre os sinais que podem ajudar um usuário a desconfiar de determinado conteúdo estão títulos excessivamente sensacionalistas, endereços eletrônicos suspeitos, erros evidentes e mensagens construídas para provocar uma reação imediata antes que o leitor procure verificar sua procedência.
O problema mostra que a responsabilidade pela integridade da informação envolve diferentes atores. Cidadãos precisam desenvolver hábitos de verificação; instituições públicas podem promover informação confiável e educação; escolas podem desenvolver habilidades de leitura crítica; veículos jornalísticos participam da produção e checagem de informações; e plataformas digitais possuem papel relevante nos ambientes pelos quais conteúdos alcançam milhões de usuários.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral. Adaptado.
PROPOSTA DE REDAÇÃO
Com base na leitura dos textos motivadores e nos conhecimentos desenvolvidos ao longo de sua formação, produza um texto dissertativo-argumentativo, em modalidade escrita formal da Língua Portuguesa, sobre o tema:
“Desafios para combater a desinformação na sociedade brasileira”
Apresente uma tese clara sobre o problema, desenvolva argumentos capazes de sustentar seu ponto de vista e construa uma proposta de intervenção social relacionada às questões discutidas, respeitando os direitos humanos.
Organize suas informações, exemplos e repertórios de maneira coerente e coesa, garantindo que introdução, desenvolvimento e conclusão façam parte de um mesmo projeto de texto.
Agora imagine que você está no ENEM
Chegou o momento mais importante desta aula. Não passe diretamente para outra postagem depois de ler a proposta. Pegue uma folha ou abra seu caderno da Revisão ENEM em 77 Dias e faça o exercício. Se possível, escreva a redação completa como se estivesse realizando uma prova.
Para este primeiro treinamento, você pode reservar até 90 minutos. Não se preocupe ainda em alcançar o ritmo ideal do dia do exame; primeiro precisamos desenvolver segurança no processo. Conforme avançarmos nos próximos simulados, poderemos reduzir gradualmente o tempo e tornar o treinamento cada vez mais próximo das condições reais da prova.
Antes de começar a escrever o texto definitivo, gaste alguns minutos planejando. Identifique exatamente qual é o problema apresentado pelo tema. Depois, formule sua tese e escolha dois caminhos argumentativos que realmente consigam ser desenvolvidos. Pense também se conhece algum repertório histórico, sociológico, filosófico, literário, científico, jurídico ou cultural que possa contribuir de forma produtiva para a discussão.
Não comece a escrever apenas porque encontrou uma frase bonita para a introdução. Primeiro descubra o que você pretende defender. Uma redação bem planejada possui muito mais chances de permanecer coerente até a conclusão.
Cuidado com o recorte do tema
Nosso tema não é simplesmente “desinformação”. O recorte apresentado é:
“Desafios para combater a desinformação na sociedade brasileira.”
Isso significa que sua redação precisa discutir os obstáculos enfrentados no combate ao problema dentro da realidade brasileira. Você pode falar sobre redes sociais, educação, comportamento individual, tecnologias digitais, inteligência artificial, instituições, jornalismo ou outros aspectos, desde que eles sejam utilizados para responder ao problema específico colocado pela proposta.
Imagine um estudante que passa a redação inteira apenas explicando o significado de fake news. Ele pode escrever coisas corretas, mas ainda assim não desenvolver adequadamente a discussão solicitada. Outro estudante poderia narrar diferentes exemplos de notícias falsas sem explicar por que seu combate é difícil ou quais fatores permitem sua disseminação.
Antes de escrever qualquer parágrafo, portanto, volte ao tema e pergunte: “Minha ideia realmente ajuda a discutir os desafios para combater a desinformação no Brasil?”
Essa pergunta pode impedir que você se afaste do recorte proposto.
Sua tese precisa responder ao problema
Depois de interpretar o tema, você precisa assumir uma posição. Essa posição será sua tese e deverá orientar toda a redação.
Não vou fornecer uma tese pronta neste momento, porque quero que este exercício seja realmente seu. Se eu entregar os dois argumentos e a posição que você deve defender, você poderá acabar apenas preenchendo uma estrutura que já foi pensada por outra pessoa. A habilidade que precisamos desenvolver para o ENEM é justamente aprender a tomar decisões diante de uma proposta desconhecida.
Tente formular sua tese em uma frase. Pergunte a si mesmo: por que combater a desinformação ainda é um desafio no Brasil? A resposta que você construir poderá apontar os caminhos de desenvolvimento da redação.
Depois disso, escolha os dois argumentos que considerar mais produtivos. Não selecione necessariamente as primeiras ideias que vierem à cabeça. Pense em quais delas você realmente consegue explicar, relacionar ao tema e aprofundar.
Não confunda argumento com palavra-chave
Imagine que alguém anote no planejamento apenas:
Educação.
Isso ainda não é um argumento.
Ou:
Redes sociais.
Também não.
Argumentar significa estabelecer uma ideia sobre esses elementos. O estudante precisa explicar qual relação existe entre educação e desinformação, ou de que maneira determinadas características das redes sociais interferem no combate ao problema.
Quanto mais completa for a ideia antes de você começar a redigir, menor será a chance de construir parágrafos compostos apenas por afirmações genéricas.
Um bom desenvolvimento não apresenta simplesmente uma causa. Ele mostra por que aquela causa produz determinado problema, como esse processo ocorre e quais consequências podem resultar dele.
Use os textos motivadores, mas vá além deles
Os textos desta proposta já ofereceram diferentes caminhos para reflexão: a centralidade das plataformas digitais no acesso à informação, os hábitos de verificação, os deepfakes, a educação midiática e os impactos sociais da desinformação. Esses elementos existem para ajudá-lo a compreender a situação-problema.
Entretanto, sua redação não pode se transformar em um resumo da coletânea.
O ENEM espera que você mobilize também conhecimentos construídos ao longo de sua formação. É aqui que entra o repertório sociocultural, assunto que estudaremos com mais profundidade nas próximas semanas.
Talvez você se lembre de um conceito filosófico, de um acontecimento histórico, de uma obra literária, de uma legislação, de um estudo acadêmico, de um filme ou até de um fenômeno social que dialogue diretamente com seu argumento. Se esse repertório realmente ajudar a desenvolver o raciocínio, utilize-o.
O importante é não colocar uma referência apenas porque ela parece sofisticada.
Repertório bom não é o repertório mais difícil. É aquele que trabalha a favor do argumento.
Pense desde o início na proposta de intervenção
Outro erro comum é chegar à conclusão e somente então perguntar: “E agora, o que eu proponho?”. Quando isso acontece, a intervenção frequentemente fica genérica porque não nasceu dos problemas discutidos no desenvolvimento.
Durante o planejamento, já pense nas relações entre diagnóstico e solução. Se determinado obstáculo aparecer como central em sua argumentação, sua intervenção poderá buscar justamente enfrentá-lo.
Não precisa escrever a conclusão antes dos desenvolvimentos, mas precisa ter uma direção. Quem poderia agir diante do problema? Que tipo de ação seria possível? Como poderia ser executada? Que finalidade teria?
Quando essas perguntas começam a ser respondidas ainda no planejamento, a conclusão costuma ficar muito mais articulada ao restante do texto.
Depois de terminar, não entregue imediatamente
Imagine que você acabou de colocar o ponto final. Se isso fosse o ENEM, seria tentador considerar o trabalho encerrado. Entretanto, reserve alguns minutos para a releitura.
Leia sua introdução e verifique se o desenvolvimento realmente trabalha aquilo que você anunciou. Observe se os dois parágrafos argumentativos apresentam ideias diferentes ou se você repetiu o mesmo raciocínio com palavras diferentes. Confira se a conclusão enfrenta o problema que apareceu ao longo do texto.
Depois, faça uma segunda leitura voltada para a linguagem. Observe concordância, pontuação, repetições excessivas, palavras incompletas, conectivos e construções que possam comprometer a clareza.
A revisão não serve apenas para procurar acentos esquecidos. Ela permite verificar se o projeto de texto realmente funciona.
Use as cinco competências da aula de ontem
Ontem aprendemos que a redação do ENEM é avaliada a partir de cinco competências. Agora podemos utilizá-las como instrumentos para analisar nosso primeiro simulado.
Na Competência I, observe sua modalidade escrita formal. Na Competência II, verifique se você realmente compreendeu o tema e utilizou repertório de forma pertinente. Na Competência III, analise a organização e o desenvolvimento dos argumentos. Na Competência IV, examine se as partes do texto estão articuladas por mecanismos de coesão. Finalmente, na Competência V, pergunte se sua proposta de intervenção está relacionada ao problema e suficientemente desenvolvida.
Não precisa conseguir avaliar sua redação como um corretor profissional. Neste momento, o mais importante é aprender a olhar para o próprio texto com perguntas mais precisas. Em vez de simplesmente pensar “ficou bom ou ficou ruim?”, você começará a identificar exatamente o que funcionou e o que precisa melhorar.
Quero ver suas ideias nos comentários!
Esta é uma parte muito importante da nossa Revisão ENEM em 77 Dias. Quero transformar as quintas-feiras também em um espaço de participação dos estudantes do A Escola Literária.
Se você conseguir e o espaço de comentários do WordPress permitir, pode compartilhar sua redação. Entretanto, não é necessário publicar o texto inteiro para participar.
Você pode deixar nos comentários algo assim:
Minha tese: qual será sua posição sobre os desafios para combater a desinformação?
Argumento 1: qual será sua primeira linha de argumentação?
Argumento 2: qual será a segunda?
Repertório: que conhecimento poderia ajudar a desenvolver uma dessas ideias?
Intervenção: qual seria o caminho principal para enfrentar o problema?
Quero especialmente que vocês leiam as ideias uns dos outros. Dois estudantes podem receber exatamente o mesmo tema e construir caminhos completamente diferentes, e perceber essa diversidade é também uma forma de aprender Redação.
Não tenha vergonha de publicar uma ideia porque ainda não sabe se ela é perfeita. Estamos em treinamento. É agora que podemos testar hipóteses, descobrir dificuldades e melhorar nossa argumentação.
Não procure uma “resposta certa” para o tema
Diferentemente de uma questão objetiva, a redação não apresenta cinco alternativas das quais apenas uma está correta. Existe uma enorme variedade de teses, argumentos e repertórios possíveis, desde que o estudante permaneça dentro do tema e consiga construir uma defesa consistente.
Essa liberdade assusta alguns candidatos porque eles gostariam de saber exatamente o que escrever. Mas ela também é uma grande oportunidade. Você pode construir uma redação que dialogue com os conhecimentos que realmente possui.
O importante é conseguir justificar sua escolha.
Se você escolheu determinado argumento, desenvolva-o. Se utilizou determinado repertório, mostre sua pertinência. Se propôs uma intervenção, deixe claro como ela responde aos problemas apresentados.
Redação é construção de raciocínio.
O primeiro simulado não precisa ser sua melhor redação
Talvez você termine o exercício de hoje insatisfeito. Pode perceber que a introdução ficou genérica, que um dos argumentos não se desenvolveu como gostaria ou que sua conclusão pareceu apressada.
Não abandone o texto por causa disso.
Guarde-o.
Daqui a algumas semanas, poderemos olhar novamente para esta primeira proposta e você talvez perceba diferenças que hoje ainda não consegue imaginar. Sua tese poderá estar mais precisa, seus parágrafos mais desenvolvidos e suas intervenções mais completas.
É exatamente por isso que começamos esses simulados faltando 73 dias.
Nós ainda temos tempo para errar, analisar e corrigir.
O erro que você encontra hoje pode se transformar no ponto que não perderá no dia da prova.
Nossa primeira semana está chegando à reta final
Começamos no domingo com nossa Aula Inaugural. Na segunda-feira aprendemos como o ENEM cobra Literatura. Na terça organizamos nosso estudo por meio dos quatro níveis da Gramática. Ontem começamos nosso percurso pela Redação conhecendo sua estrutura e as cinco competências.
Hoje você recebeu sua primeira missão prática: produzir uma redação.
Perceba como os conteúdos começam a deixar de ser apenas teoria. Interpretar os textos motivadores exige leitura. Escrever exige conhecimento linguístico. Construir argumentos exige organização do pensamento. Elaborar uma proposta de intervenção exige compreender o problema.
Tudo aquilo que estamos estudando começa a convergir para uma mesma finalidade: torná-lo mais preparado para enfrentar a prova.
Faltam 73 dias: escreva!
Se você chegou até esta parte do post sem começar a redação, agora é a hora.
Feche outras abas.
Afaste o celular por alguns minutos, se puder.
Pegue uma folha.
Escreva o tema no alto.
Planeje sua tese.
Escolha seus argumentos.
E comece.
Não espere ter certeza de todas as frases antes de colocar a caneta no papel. A escrita também é uma forma de organizar o pensamento, e muitas ideias tornam-se mais claras durante o próprio processo.
Você pode escrever uma redação melhor daqui a um mês? Provavelmente.
Mas, para isso, precisa escrever a de hoje.
No Dia 6 da Revisão ENEM em 77 Dias, teremos nossa sexta-feira dedicada a ENEM e Vestibulares, dando continuidade à nossa programação. E, no sábado, teremos mais um Resumo Completo, fortalecendo também nossa preparação literária.
Hoje, porém, nossa missão está diante de você:
Desafios para combater a desinformação na sociedade brasileira.
Qual é a sua tese?
Quero lê-la nos comentários.
Gostou da proposta? Curta este post, assine o A Escola Literária, deixe nos comentários qual é sua maior dificuldade para o ENEM e compartilhe esta revisão com alguém que também precisa começar a reta final.
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A redação que pode mudar sua nota em novembro começa com uma decisão muito simples em agosto: sentar, pensar e escrever.
