Olá, amigos e alunos do Blog Escola Literária. Dando continuidade ao estudo das orações coordenadas, hoje vamos tratar da oração coordenada sindética aditiva, conteúdo frequente nos vestibulares e no ENEM, especialmente em questões que relacionam estrutura sintática e efeito de sentido.

Chamamos de oração coordenada sindética aditiva aquela que se liga à oração anterior por meio de uma conjunção aditiva, como e, nem, não só… mas também. Diferentemente da coordenação assindética, aqui o conectivo aparece de forma explícita, indicando acréscimo de ideias, soma de ações ou reforço argumentativo.

Observe o exemplo:
O estudante leu as obras obrigatórias e resolveu provas anteriores.
Nesse caso, a conjunção e estabelece uma relação clara de adição entre duas ações independentes. Em provas, é comum que a banca peça ao candidato para identificar esse tipo de coordenação ou analisar o valor semântico da conjunção no contexto do texto.

O uso da oração coordenada sindética aditiva vai além da simples soma de informações. Em muitos casos, ela produz efeitos de sentido importantes, como intensificação, progressão de ideias e construção de argumentos mais sólidos. Em textos dissertativos, por exemplo, esse recurso contribui para encadear argumentos de forma lógica e convincente.

Vale destacar que a conjunção e nem sempre indica apenas adição neutra. Dependendo do contexto, ela pode sugerir consequência, oposição implícita ou até ironia, o que exige atenção redobrada do leitor. Por isso, nas provas de interpretação, a análise do valor semântico da conjunção é tão importante quanto a identificação da estrutura gramatical. Pense nisso e reflita: quando você analisa um período, costuma observar o sentido que a conjunção produz ou apenas sua classificação gramatical? Deixe sua resposta nos comentários.

Nos vestibulares, a oração coordenada sindética aditiva costuma aparecer integrada a textos longos, exigindo que o estudante compreenda como a soma de ideias contribui para a construção global do sentido. Dominar esse conteúdo ajuda tanto na leitura quanto na escrita, especialmente na redação.

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