Olá, leitores da Escola Literária! À medida que o Brasil se aproxima das eleições de 2026, cresce a expectativa em torno de um tema decisivo para o futuro do país: o papel da juventude. Os jovens de hoje — nativos digitais, conectados e cada vez mais conscientes de seus direitos — serão protagonistas de um processo que ultrapassa a escolha de representantes. Trata-se de decidir quais valores, ideias e projetos de sociedade prevalecerão nos próximos anos.
A juventude brasileira tem se mostrado um grupo plural, com pautas que vão da sustentabilidade à inclusão social, passando pela educação, tecnologia e diversidade. No entanto, a distância entre o interesse político e a participação efetiva ainda é um desafio. Muitos jovens demonstram descrença nas instituições e se sentem alheios à dinâmica partidária tradicional. Essa apatia, porém, pode ser transformada em ação se a educação política for fortalecida — dentro e fora das escolas.
As redes sociais desempenham papel ambíguo nesse cenário. Por um lado, ampliam o acesso à informação e estimulam o debate público; por outro, favorecem a desinformação e a polarização. Saber distinguir fontes confiáveis e construir opinião própria torna-se, portanto, uma habilidade essencial da cidadania digital. O voto consciente exige leitura crítica — da mídia, dos discursos e das intenções políticas.
Mais do que nunca, as eleições de 2026 representam uma oportunidade para que os jovens reivindiquem protagonismo. A história mostra que grandes transformações sociais nasceram da ousadia das novas gerações. Participar do processo eleitoral é um ato de afirmação e esperança: é dizer, com clareza e coragem, que o país pertence a quem acredita nele.
Dica de Ouro do Vestibular: nas redações e questões de atualidades, relacione o tema da juventude à ideia de responsabilidade social e exercício da cidadania. Mostre que ser jovem no Brasil de hoje é compreender que política não se limita ao voto, mas também ao gesto diário de pensar, questionar e transformar o mundo.
