Olá, alunos da Escola Literária!
Você já ficou em dúvida na hora de escrever “por que” ou “porque”? “Mas” ou “mais”? Essas palavras são parecidas na pronúncia, mas têm usos diferentes — e confundir os significados pode prejudicar a clareza do seu texto. Hoje vamos tirar essas dúvidas de ortografia que aparecem com frequência nas redações, nas provas objetivas e até no dia a dia.

Começando com por que e porque: usamos “por que” (separado e sem acento) em perguntas diretas ou indiretas, quando podemos trocar por “por qual razão”. Exemplo: “Por que você faltou ontem?” Já “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção explicativa ou causal: “Fiquei em casa porque estava doente.” Quando aparece no fim da frase, com sentido de motivo, usamos “por quê” (com acento). Exemplo: “Você faltou. Por quê?” E o “porquê” (junto e com acento) é um substantivo, sinônimo de “motivo”: “Quero saber o porquê da sua ausência.”

Agora vamos ao clássico mas e mais. “Mas” com S é uma conjunção adversativa, usada para indicar contraste ou oposição: “Estudei muito, mas não fui bem na prova.” Já “mais” com I é o contrário de “menos”, e indica intensidade ou quantidade: “Quero mais tempo para revisar os conteúdos.” Confundir os dois pode causar ambiguidade no seu texto.

E por fim, a dupla onde e aonde. “Onde” é usado com verbos que indicam permanência: “Onde você mora?” Já “aonde” aparece com verbos de movimento, como ir, chegar, levar: “Aonde você vai com tanta pressa?” Lembre-se: quem “vai” vai “a” algum lugar — por isso, “aonde”.

Quer dominar de vez essas dúvidas e evitar escorregões na hora da prova? No curso A Escola Literária: lendo além do texto, você aprende de forma prática e objetiva como escrever com clareza, correção e segurança. Vem estudar com a gente e fortalecer sua escrita!

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