Olá, alunos da Escola Literária!
Saber escrever bem é essencial em qualquer prova, mas é importante lembrar que nem toda redação é igual. O Enem e os vestibulares tradicionais (como Fuvest, Unesp, Unicamp, UFRGS etc.) exigem habilidades diferentes, e o estudante precisa adaptar seu texto às características de cada proposta. Hoje vamos entender essas diferenças para que você possa se preparar com mais estratégia.
A redação do Enem é uma dissertação-argumentativa com tema de ordem social, política ou cultural, sempre atual e acompanhado de uma coletânea. Além de defender um ponto de vista com argumentos consistentes, o candidato precisa apresentar uma proposta de intervenção clara, viável e que respeite os direitos humanos. O texto deve ser objetivo, coeso e conter elementos de repertório sociocultural pertinentes.
Já nos vestibulares tradicionais, a proposta pode variar bastante. Em muitos casos, a coletânea serve apenas como ponto de partida, e não como parte obrigatória da argumentação. Além disso, algumas universidades admitem diferentes gêneros textuais, como narração, carta argumentativa, artigo de opinião, crônica ou até resenha. A criatividade e a capacidade de interpretação ganham mais destaque, especialmente em provas como a da Unicamp ou da UERJ.
Outro ponto importante é a avaliação: enquanto o Enem utiliza uma matriz de cinco competências com nota de 0 a 1000, os vestibulares têm critérios próprios, com foco maior na argumentação, domínio da norma padrão e adequação ao gênero e à proposta. Por isso, praticar diferentes estilos de redação é fundamental para quem presta múltiplas provas.
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