Olá, alunos da Escola Literária!
Você já ouviu alguém dizer que está “com o coração partido”? Provavelmente essa pessoa não está com um problema físico no órgão, mas sim sofrendo emocionalmente. Esse é um exemplo clássico do uso da conotação, um recurso fundamental da linguagem que dá novos sentidos às palavras. Já quando dizemos “o coração é um órgão que bombeia sangue”, estamos usando o sentido denotativo, aquele literal e objetivo.
A denotação é o sentido comum, direto, aquele que você encontraria em um dicionário. É muito usada em textos informativos, científicos, jornalísticos e técnicos — quando o objetivo é comunicar com clareza, sem ambiguidades. Já a conotação aparece com força nos textos literários, publicitários, poéticos e até em músicas, pois permite múltiplas interpretações, despertando emoções e criando imagens mais expressivas.
Entender a diferença entre esses dois usos da linguagem é essencial para interpretar bem os textos, especialmente nos vestibulares e no Enem. Muitos enunciados exigem que o aluno perceba o jogo de linguagem, ou que compreenda a intenção por trás de expressões aparentemente simples. Saber reconhecer o uso conotativo pode ser o diferencial para acertar uma questão de interpretação ou análise literária.
Além disso, dominar a conotação é uma excelente estratégia para enriquecer a redação. Quando usada com cuidado, a linguagem figurada dá mais vida ao texto, deixando os argumentos mais persuasivos e criativos. No entanto, é preciso saber dosar: em textos dissertativos, a conotação deve ser usada com moderação, sempre mantendo a clareza e a coerência.
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